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Magicanalógica
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priscila♥
Estava aqui fazendo meus estudos e decidi entrar na internet (leiam: curiosidade nas mensagens das redes sociais falou mais alto), quando entrei no Flickr e vi uma das fotos da Yulia Kazban. Fiquei encantada.. Sim, é essa a palavra mesmo pra poder expressar o que eu senti na hora que vi. Ela só faz fotos analógicas, mesmo tendo todo várias opções para se fazer fotografia digital de qualidade.
Yulia Kazban é uma fotógrafa que nasceu em 1983 em Sumy, uma pequena cidade na Ucrânia, mas viveu desde a infância na Rússia. Começou a fotografar quando era criança. Seus pais tinham uma câmara escura em casa (meu sonho *-*). Para ela, o processo de revelação é como mágica, e por isso só faz fotos analógicas até hoje.
Invertidos divertidos!
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priscila♥
A fotógrafa americana Sincerely Hana, criou o projeto Switcheroo, onde diversos casais são fotografados duas vezes no mesmo local, só que com as roupas invertidas, deixando as fotografias bem divertidas! Confiram algumas fotografias do projeto:
Voyeurismo Freak
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priscila♥
Alison Brady faz suas fotos em Nova Iorque, mas pessoas do mundo inteiro ficam meio chocadas com elas. Se o trabalho de Brady não te perturbar, certamente outros sentimentos vão sair daí.
O trabalho de Brady tem esse dom, de evocar sentimentos, de ser engraçado e perturbador ao mesmo tempo, de envolver desejos e compulsões sexuais, por meio de uma estética que caminha sobre a tênue linha que separa o banal e o fantástico.
O exagerado e o grotesco das composições dosam bem a mistura de horror e erotismo, beleza e arrepios na espinha. A fotógrafa diz que explora temas que têm a ver com a alienação na cultura ocidental expressa em distúrbios psicológicos como a depressão ou a ansiedade e com situações traumáticas.
Annie Leibovitz
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priscila♥
Decidi escrever sobre uma das minhas principais inspirações: Annie Leibovitz
Annie Leibovitz é uma fotógrafa que se destacou por realizar retratos, e cuja marca é a colaboração íntima entre a retratista e seu retratado. Annie começou a se interessar por fotografia em viagens familiares e, recrutada pelos jornalistas roqueiros no começo da década de 1970, registrou momentos importantes do movimento hippie.
Todos com certeza conhecem pelo menos uns 5 retratos feitos pela Annie Leibovitz.
Não há grande estrela do mundo pop que não tenha sido clicada por ela nessas últimas 3 décadas, pois ela começou a trabalhar na revista Rolling Stone em 1970. Logo depois, em 1973, ela foi nomeada chefe de fotografia da revista tendo permanecido até 1983. Lembrando que em 1975 foi a fotógrafa da revista Rolling Stone escolhida para acompanhar a turnê dos Rolling Stones nas Américas.
O seu estilo de fotografar as celebridades ajudou a criar a cara das revistas Rolling Stone e Vanity Fair. Isso por que ela não se restringiu ao rock, passando a editar e fotografar pela Vannity Fair em 1983, registrando capas históricas como a de Demi Moore nua e grávida. Assim, suas fotos ajudaram a construir a identidade e o status de ídolo de diversos artistas também. O talento da Annie já foi estampado em incontáveis capas de revista, discos, anúncios e livros. Annie Leibovitz é tão talentosa que chega a ter mais prestígio profissional que a maioria de seus fotografados famosos.
A técnica de Leibovitz, com o passar do tempo, foi captar não somente as pessoas que fotografava, mas o ambiente em que elas trabalhavam e viviam. A repórter não apenas registrava, mas procurava pegar, discretamente, quadros do cotidiano. Isso contribuiu para que ela passasse a contruir as fotografias.
"Se não tivesse a minha câmera para me lembrar constantemente que eu estou aqui para fazer isso, teria descarrilado, penso eu. Teria esquecido a minha razão de existir".
Annie Leibovitz
Graffiti Female
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priscila♥
Estamos no mês das mulheres. Comemoramos o nosso dia no carnaval e durante todo o mês estavam acontecendo festas e eventos por causa disso. Mas março também é o mês do graffiti. Pra quem não sabe, dia 27 de março é o dia do graffiti. E, aproveitando todas essas comemorações, decidi juntar as duas coisas. Como também sou graffiteira, é quase impossível que eu não faça fotos quando vamos pintar algum muro.
Na verdade o graffiti pode ser usado para reivindicar direitos, para dizer o que se pensa, para se expressar artisticamente, mostrar o que outros meios de comunicação não mostram, denunciar questões sociais, propaganda de vários tipos, ou simplesmente riscar seu nome em um local para registrar que você esteve ali. Seguindo esse pensamento, há vestígios de que graffiti e pichação são a mesma unidade ou que o graffiti é uma linguagem única e a pichação é a ação de grafitar qualquer coisa que não agrade o receptor, principalmente se ele não conseguir entender essa escrita ou achar que se deve fazer um trabalho de acordo com seus gostos ou costumes.
Após ser "descoberta" pelo jornal New York Times, a cultura do graffiti desenvolveu-se mais ainda devido as grandes disputas entre os escritores, já fazendo parte da recém criada cultura Hip-Hop, que já se espalhava pelo mundo. No Brasil, o graffiti existia em forma de protestos e propagandas, até que em 1978 foi registrado o primeiro graffiti, já indo para uma linha mais artística, trazida da França. No início dos anos 80, começa aparecer a mesma linha de graffiti que se originou nos E.U.A., mas com as disputas, em pouco tempo os "escritores" criaram um novo tipo de letra, com traços retos e diferente dos americanos, que faziam a assinatura mais arredondada. Infelizmente logo foi apelidado pela mídia de "pichação", e como tal, devia ser repreendida.
Na mesma época que surgiu essa nova escrita, aqui no Brasil já estava germinada a cultura Hip-Hop (vindo através de filmes e música). Assim a cidade era dividida entre os escritores que faziam só letras retas, os artistas plásticos que pintavam à mão-livre, os adeptos da "stencil art" e os que faziam todos estilos dentro do graffiti. Hoje existe uma verdadeira miscelânea, e todos os dias nascem novos artistas das mais variadas influências e opiniões. A escrita reta está sendo apreciada e estudada por diversos estudiosos do Brasil e de outros países. Os próprios escritores de graffiti estão fazendo revistas, vídeos, zines e estão indo para as galerias de arte, e de uma coisa pode-se ter certeza: o graffiti nunca irá morrer.
Aqui na Paraíba temos poucas graffiteiras, e isso não é motivo para deixar de nos expressar. Passar a realidade do dia-a-dia, com toques de amor e revolta é o que fazemos. As tintas e os muros estão aí, a vontade tem de sobra. Colorir é o que importa.
Na verdade o graffiti pode ser usado para reivindicar direitos, para dizer o que se pensa, para se expressar artisticamente, mostrar o que outros meios de comunicação não mostram, denunciar questões sociais, propaganda de vários tipos, ou simplesmente riscar seu nome em um local para registrar que você esteve ali. Seguindo esse pensamento, há vestígios de que graffiti e pichação são a mesma unidade ou que o graffiti é uma linguagem única e a pichação é a ação de grafitar qualquer coisa que não agrade o receptor, principalmente se ele não conseguir entender essa escrita ou achar que se deve fazer um trabalho de acordo com seus gostos ou costumes.
Após ser "descoberta" pelo jornal New York Times, a cultura do graffiti desenvolveu-se mais ainda devido as grandes disputas entre os escritores, já fazendo parte da recém criada cultura Hip-Hop, que já se espalhava pelo mundo. No Brasil, o graffiti existia em forma de protestos e propagandas, até que em 1978 foi registrado o primeiro graffiti, já indo para uma linha mais artística, trazida da França. No início dos anos 80, começa aparecer a mesma linha de graffiti que se originou nos E.U.A., mas com as disputas, em pouco tempo os "escritores" criaram um novo tipo de letra, com traços retos e diferente dos americanos, que faziam a assinatura mais arredondada. Infelizmente logo foi apelidado pela mídia de "pichação", e como tal, devia ser repreendida.
Na mesma época que surgiu essa nova escrita, aqui no Brasil já estava germinada a cultura Hip-Hop (vindo através de filmes e música). Assim a cidade era dividida entre os escritores que faziam só letras retas, os artistas plásticos que pintavam à mão-livre, os adeptos da "stencil art" e os que faziam todos estilos dentro do graffiti. Hoje existe uma verdadeira miscelânea, e todos os dias nascem novos artistas das mais variadas influências e opiniões. A escrita reta está sendo apreciada e estudada por diversos estudiosos do Brasil e de outros países. Os próprios escritores de graffiti estão fazendo revistas, vídeos, zines e estão indo para as galerias de arte, e de uma coisa pode-se ter certeza: o graffiti nunca irá morrer.
Aqui na Paraíba temos poucas graffiteiras, e isso não é motivo para deixar de nos expressar. Passar a realidade do dia-a-dia, com toques de amor e revolta é o que fazemos. As tintas e os muros estão aí, a vontade tem de sobra. Colorir é o que importa.
Mulheres Fotógrafas
Postado por
priscila♥
No ano em que completa 17 anos de existência, a Agência Ensaio convida você e toda a sua família para a abertura da exposição "Mulheres Fotógrafas" que acontecerá no próximo dia 17 de março (quinta-feira) às18h08min no Centro Cultural da Câmara Municipal de João Pessoa - Rua Rodrigues de Aquino 162 centro - 83 3218-6371.
A curadoria é do jornalista Ricardo Peixoto, produzido pela Agência Ensaio em parceria com a Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres da Prefeitura Municipal de João Pessoa.
A mostra reúne trabalhos de 20 profissionais num encontro histórico de três gerações de artistas. Na ocasião será lançada a coleção de cartões postais – documento da primeira publicação da Fotografia Feminina em nosso estado.
Participarão da exposição:
Germana Bronzeado . Giselma Franco . Mônica Câmara . Fabiana Veloso . Talita Paz . Lu Maia . Lilia Tandaya . Dayze Euzébio . Dalva Rocha . Graça Lira . Clara Lenira . Juliana Soares . Geane Barreto . Priscila Lima (eu) . Sandra Raquew Azevêdo . Auseni Augusta . Rafaela Tabosa . Monalisa De Andrade . Salomé Sarmento .Maria José Porto
A curadoria é do jornalista Ricardo Peixoto, produzido pela Agência Ensaio em parceria com a Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres da Prefeitura Municipal de João Pessoa.
A mostra reúne trabalhos de 20 profissionais num encontro histórico de três gerações de artistas. Na ocasião será lançada a coleção de cartões postais – documento da primeira publicação da Fotografia Feminina em nosso estado.
Participarão da exposição:
Germana Bronzeado . Giselma Franco . Mônica Câmara . Fabiana Veloso . Talita Paz . Lu Maia . Lilia Tandaya . Dayze Euzébio . Dalva Rocha . Graça Lira . Clara Lenira . Juliana Soares . Geane Barreto . Priscila Lima (eu) . Sandra Raquew Azevêdo . Auseni Augusta . Rafaela Tabosa . Monalisa De Andrade . Salomé Sarmento .Maria José Porto
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